quinta-feira, 17 de março de 2011

Apesar do desemprego a inadimplência recuou

No Brasil o segundo maior desemprego bateu recorde, no ano passado foram pagos quase 20 bilhões e meio de reais a 7 milhões e meio de pessoas de acordo com o governo isso é uma prova da alta rotatividade do mercado de trabalho, e os indicadores de fevereiro mostraram uma economia mais acomodada. Em são Paulo o custo de vida ficou em 0,41% três vezes menos do que em janeiro. No país inteiro a inadimplência recuou 2,3% e co mais gente pagando as contas em dia, a taxa de juros caiu para pessoa física, a média foi de 6,73%, para as empresas dói de 3,86%
Alguns fatores explicam essa queda quando todo mundo previa a alta dos juros, o atraso de pagamento prevalece relativamente baixo, a concorrência é forte, até os bancos estatais estão empenhados em emprestar e talvez até mais baratos em algumas linhas e, a previsão é que a taxa básica de juros não suba muito, mantendo uma boa distância em relação às taxas para o consumidor, só o cheque especial subiu, mas deve ser usado apenas nas emergências, agora vele lembrar que há muitas diferenças de juros de um banco para outro, inclusive nas linhas mais baratas como no consignado ou na antecipação do imposto de renda, é importante pesquisar, qualquer ponto a menos pode alterar muito custo total do empréstimo, e agora quem precisa de dinheiro emprestado tem mais liberdade para recorrer a bancos onde não tem conta.

BC pode deixar o mercado mais preocupado

Depois de doze semanas de inflação em alta a previsão para inflação caiu. O boletim divulgado pelo banco central diz que a expectativa agora é um pouco mais baixa do que na semana passada.
A queda para 2011 foi pequena e subiu a previsão para inflação no ano que vem, é o risco de expressões de este ano contaminarem a inflação de 2012, há muita dúvida ao que pode acontecer nos próximos meses, a economia e a indústria dão sinais de desaceleração, mas o consumo que sanciona o aumento segue aquecido. No exterior, mais incertezas, os preços de alguns alimentos perderam força, mas agora tem o petróleo que vai subir e trazer mais pressões inflacionárias e, vamos conferir como o COPOM comitê do banco central está vendo a situação sai a ata da reunião da semana da semana passada, quando foi decidida a alta de 0,5 pontos nos juros básicos o documento deve influenciar as expectativas quanto a inflação futura e a atuação do banco central uma avaliação menos preocupada pode deixar o mercado mais preocupado